Um saco vazio na cozinha
De plastico e cheio de nada
Uma alma palida e sozinha
Se movimentando penada
Carregou a feira nova
O algo de consumo da familia
Com toda a prestesa se renova
Virando saco lixo na vasilia
Saco de plastico poluição
Quando causa inundação
Tapando bueiro e ralo
Vira de mocinho, vilão
Saco que passa de mão em mão
Na feira com fruta, ou mesmo com pão
Pode carregar valores maiores que ele
Se é que há algum valor nele
Há sacos de papel, sacolas
Embalando futilidades das dandocas
Sacos de papel papelão
Enrrolando carne, pipoca e pão
Tem saco de grande peso
Para transportar com quantidade
Em navio de porto qualquer
Até qualquer lugar que puder
Mas ali esta um saco de plastico
Deixado de lado na cozinha
Como uma alma penada
Morta e sozinha...
LBS
Poesia das coisas
Postado por
Luiz B. Souza
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
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